Audiência: a única força do cristão é o Evangelho



Audiência: a única força do cristão é o Evangelho
12 Julho
2017
Escrito por: Cássia Nunes
Publicado em: Regional

Na última Audiência Geral, nesta quarta-feira (12/07), o Papa Francisco dedicou sua catequese à esperança como força dos mártires. Ele explicou que, ao enviar os discípulos em missão, Jesus adverte que o anúncio do Reino comporta sempre uma oposição: “Vocês serão odiados por causa do meu nome”. Disse também que os cristãos amam, mas nem sempre são amados, portanto, os cristãos são homens e mulheres contracorrente, que vivem seguindo um estilo de vida indicado por Jesus, estilo esse que o Papa definiu como “estilo de esperança”.

Para que pareçamos com Cristo, é preciso que a gente se desapegue das riquezas e do poder, o cristão percorre o seu caminho apenas com o que é essencial, mas com o coração cheio de amor.  Durante sua catequese, explicou também que a única força para vencer o mal, é o Evangelho. Haverá perseguição, mas não devemos ter medo, pois se perseguiram até o Senhor, por que seríamos poupados da luta?

Há alguém mais forte que o mal, mais forte que tudo que há de ruim no mundo. Devemos buscar diariamente forças nesse Deus que acima de tudo nos dá forças para vencer todas as perseguições que encontramos durante a caminhada.

Os cristãos, portanto, devem sempre estar na outra margem do mundo, aquela escolhida por Deus: não perseguidores, mas perseguidos; não arrogantes, mas mansos; não impostores, mas honestos.

 

Perfume de discipulado

Esta fidelidade ao estilo de Jesus foi chamada pelos primeiros cristãos com o nome de “martírio”, que significa “testemunho”. O vocabulário oferecia muitas outras possibilidades: heroísmo, abnegação, sacrifício de si. Mas os primeiros cristãos escolheram um nome “com perfume de discipulado”.

“Os mártires não vivem para si, não combatem para afirmar as próprias ideias, e aceitam morrer somente por fidelidade ao evangelho. O martírio não é nem mesmo o ideal supremo da vida cristã, porque acima dele está a caridade, isto é, o amor a Deus e ao próximo. A ideia de que quem comete atentados suicidas seja chamado mártir repugna os cristãos: neste ato, não há nada que possa se aproximar da atitude de filhos de Deus”, acrescentou o Pontífice.

Ao final de sua catequese, Francisco deixou o seu pedido, para que Deus nos dê sempre a força para sermos suas testemunhas  e que nos permita viver a esperança cristã, sobretudo no martírio confidencial de fazer o bem e com amor os nossos deveres de todos os dias.

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