Audiência Geral: Deus não pode ser Deus sem o homem, um grande mistério!

Durante a Audiência Geral dessa quarta-feira (07/06), o Papa Francisco conduziu sua catequese mais uma vez falando sobre a esperança, com o tema: “A paternidade de Deus, fonte da nossa esperança”.

Jesus nos ensinou a tratar Deus por Pai.  Recordamos então a oração que Ele nos ensinou: o Pai-Nosso. A paternidade de Deus é fonte da nossa esperança. Como vemos no Evangelho, Deus não consegue estar sem nós. Nunca estamos sozinhos. Podemos viver afastados d’Ele ou até mesmo estar contra Ele; podemos até nos professarmos como pessoas que se dizem “sem Deus”, mas Ele não pode estar sem nós.

Refletimos então na parábola do Pai misericordioso. Quando o filho pródigo, depois de ter gasto tudo, retorna à casa onde nasceu, o pai não lhe aplica critérios de justiça humana, não o castiga pelo que havia feito e tudo que aconteceu, mas sente de maneira muito intensa a necessidade de perdoar e, com o seu abraço, faz o filho perceber que, durante todo o tempo da sua ausência, sentiu falta dele, o seu amor de Pai sofreu.

“Um Pai que não pune o filho pela sua arrogância e que é capaz até mesmo de confiar a ele a sua parte de herança e deixá-lo ir embora de casa. Deus é Pai, diz Jesus, mas não da maneira humana, porque não existe nenhum pai neste mundo que se comportaria como o protagonista desta parábola. Deus é Pai a sua maneira: bom, indefeso diante do livre arbítrio do homem, capaz somente de declinar o verbo amar”, afirmou Francisco.

O Evangelho de Jesus Cristo nos revela que Deus não pode estar sem nós: Ele nunca será um Deus “sem o homem”. Então por que muitas vezes, nós homens, nos professamos “sem Deus”?

De fato, percebemos isso em muitos momentos na vida do homem, quando passa por uma dificuldade, uma tribulação, e não raras vezes se afasta de Deus, dessa maneira acaba não sentindo a presença d’Ele em sua vida.

“Todas as nossas necessidade, desde as mais evidentes e cotidianas, como a comida, a saúde, o trabalho, até aquelas como ser perdoados e sustentados nas tentações, não são o espelho de nossa solidão, pois existe um Pai que sempre nos olha com amor e que, seguramente, não nos abandona”, concluiu o Pontífice.

Que possamos buscar diariamente essa esperança, que mesmo em momentos difíceis nos aproxima do Pai, fazendo com que cada uma de nós sinta a Sua presença e o Seu cuidado conosco.

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